Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens

1 de julho de 2013

Sobre as manifestações


Reportagem da CNN falando sobre o que está acontecendo no Brasil.

Tomara que a copa mude nosso país mesmo, mas não por causa dos elefantes brancos que vão ficar, e sim pelas pessoas que não vão aceitar mais serem enganadas.

A economia explica que quando o ser humano consegue uma coisa ou conquista algo, ele tende a ir atrás de outra, buscando o próximo passo, para sanar outra escassez. É por isso que eu não sou contra bolsa escola e etc, apesar de ser uma medida populista. No geral, acho que essas pessoas não vão sossegar, vão querer mais, e a educação da meios para isso. Por mais ruim que seja é melhor do que nada.
E assim como milhões atingiram a classe C, outros milhões estão dando um passo pra trás, e por isso tem toda essa revolta.

Hoje uma manifestação estava bloqueando a rua, tive que pular um canteiro e voltar pra ir em outro mercado. Fiquei bravo por um segundo, mas já lembrei que essas pessoas na rua estão certas e eu devia estar alí.


25 de janeiro de 2013

Economia voltando com tudo em 2013!?

Gosto muito de economia. Ela não é uma ciência exata, não tem lógica, depende das emoções humanas, ou seja, é como jogar dados. Não adianta estar tudo bem, todo mundo cheio de dinheiro, uma empresa ser espetacular, se quem toma a decisão decidiu vender por que está com medo, ou se vislumbrou uma melhor oportunidade, o ativo vai cair no curto prazo, mesmo a empresa sendo boa.

Mas eu tenho notado algo diferente em 2013. Tenho humildemente percebido muitos negócios acontecendo e muitas oportunidades surgindo. Isso é portanto minha percepção pessoal. Eu nunca vi o mercado tão quente, mas também não sou tão velho assim...

Além do Mercado estar fervendo, o índice do medo nunca esteve tão baixo desde 2008. Pouco medo faz as pessoas abrirem a mão e investir.
VIX - O "Índice do medo"

Outra coisa muito importante: Investidores estrangeiros estão comprando tudo, e as pessoas físicas (CPFs) estão saindo da bolsa. Historicamente é comum ver pessoas físicas sempre indo na contra-mão quando se fala de investimentos.

Fluxo do Bovespa por tipo de investidor

Ao mesmo tempo que isso ocorre, o número de aplicação em Poupança bateu recorde. Bom para os bancos que conseguem dinheiro muito mais barato para investir. Ou seja, pessoas físicas caindo fora da bolsa.

Notícia: Captação da Poupança bate recorde histórico.

Como economia não há lógica, ninguém sabe o que pode acontecer. Mas eu acho que as coisas vão voltar a ficar boas para nós em 2013. 
A Espanha bateu recorde de desemprego novamente em Janeiro/2013, mas mesmo assim as ações continuaram a subir. O mercado já caiu tanto que os preços já podem ter sido descontados.

Sempre tentamos adivinhar o futuro e as chances de perder dinheiro com isso são grandes. Não tem como garantir a decisão dos indivíduos coletivamente. O mercado possui o próprio caos em sua plenitude, mas o caos nas oscilações, pois o mercado é organizado, é claro.

Já que não podemos adivinhar o futuro, o jeito é seguir trabalhando e sempre investindo em empresas boas que respeitam os pequenos investidores, aliás, estando o mercado ruim ou não essa deve ser sempre a estratégia, e em tempos de crise, quando as pessoas estiverem se desfazendo de seus patrimônios valiosos com uma velocidade maior que outras conseguem comprar, é sua chance, pois economia acontece em ondas, e não tente surfar (especular) se você não está disposto a nadar quando cair.

1 de dezembro de 2012

Terra 2050 - Documentário feito pela Shell

Muito legal o documentário da Shell mostrando como anda as pesquisas para construir as cidades do futuro.
Mega cidades irão surgir, mas do jeito que são feitas hoje não é possível.
Aparece no documentário também o Brasil, como pioneiro na fabricação de combustíveis renováveis lá em 1975.


Particularmente eu não gosto de usar carro pra tudo, mas hoje não há opção. As cidades devem ser feitas para pessoas e não para carros. O nosso tempo é o que existe de mais precioso, devemos gastá-lo com nossa família e amigos e não indo e voltando do trabalho.

29 de novembro de 2012

Democracia Negativa

Gostaríamos que nosso país adotasse esse tipo de democracia.

Texto de Stephen Kanitz:


As 37 formas de democracia listadas na Wikipédia são basicamente variações sobre o mesmo tema: eleitores votam diretamente nas questões que lhes interessam, como na Grécia, ou votam em representantes que vão administrar e decidir por eles, como no Brasil. Crescem a cada eleição a desilusão e a sensação de que a democracia não está funcionando, e só permanece como instituição "porque não há forma melhor". Existe uma outra forma de democracia, que não é listada na Wikipédia, e que vou chamar de democracia negativa. Ela existe, e já foi implantada milhares de vezes, normalmente nas empresas de capital aberto.

Nelas, os acionistas não elegem seus representantes nem votam nas questões do dia-a-dia empresarial. O presidente, e algumas vezes toda a diretoria, é escolhido por um conselho de acionistas composto de presidentes de outras empresas, líderes comunitários e especialistas. Essa escolha é feita levando-se em conta a capacidade administrativa dos candidatos, a experiência prática efetiva e a escolaridade técnica. Amador não entra. Muitas vezes é um funcionário com anos de casa, que já sabe exatamente o que deve ser feito, desde o primeiro dia.

Na democracia negativa o presidente não é eleito pelas promessas de campanha ou pelas suas projeções de lucro. Os acionistas nem têm como escolher o mais charmoso, o mais simpático ou o mais mentiroso. Os acionistas, os legítimos donos da empresa, apesar de qualificados, sabem que não têm tempo para analisar cada um dos candidatos, e sabem que escolher no tapa, na semana anterior, não é uma boa decisão. Sabem também que não têm as competências necessárias para decidir quem seria o melhor administrador da "máquina" com todas as suas peculiaridades. Não se vêem campanhas eleitorais nessas empresas, que não gastam fortunas em eleições, embora sejam justamente as que mais dinheiro teriam para isso. O conselho de administração escolhe quem é bom no batente e não quem é bom de voto.

Nas democracias negativas existe, sim, o direito de voto, mas se vota contra, daí o nome. Os acionistas têm o direito de chamar uma assembléia extraordinária a qualquer momento e demitir o presidente (mal) escolhido – o que acontece com freqüência. Demite-se também o conselho que o escolheu. Hoje em dia, na democracia, também se vota contra, especialmente no segundo turno, cada vez com mais freqüência, o que gera enorme frustração na população, para a alegria do candidato eleito. Nenhum conselho de empresas escolhe o menos ruim para tocar a companhia, como muitas vezes fazemos.

Não confunda com o impeachment, em que há a exigência de um crime definido. Na democracia negativa basta os acionistas mudarem de idéia ou ficarem insatisfeitos. Poderíamos caminhar na direção de uma democracia negativa no Brasil, aproveitando o espírito desse conceito, sem ter de copiar o que as empresas de capital aberto fazem. Poderíamos reconhecer os votos nulo e em branco como sendo votos contra. Se 50% dos votos fossem em branco, mostrando nossa insatisfação com os candidatos apresentados pelos caciques políticos sem nenhum critério profissional, nova eleição seria convocada com novos candidatos, até acertarmos.

Outra característica da democracia negativa que poderíamos facilmente adotar é a obrigatoriedade de um mestrado em administração de todo candidato a um cargo executivo. Atualmente a democracia legitima profissionais de outras áreas a exercer ilegalmente a profissão de administrador, quando deveria ser o contrário. Alguém que está disposto a ser prefeito ou governador por oito anos não tem desculpa para não estudar e se preparar por dois anos num mestrado de administração. Amadorismo sai caro. Curiosamente, 23 milhões de brasileiros já aceitam a democracia negativa, acionistas que são da Petrobras, da Vale e de outras companhias. Precisamos discutir e aprimorar a nossa democracia, reduzir as promessas e a gastança, e melhorar a qualidade dos candidatos para estancar a visível deterioração dessa preciosa instituição.

Stephen Kanitz é formado pela Harvard Business School (www.kanitz.com.br)

Revista Veja, Editora Abril, edição 2081, ano 41, nº 40, 8 de outubro de 2008, página 24

14 de abril de 2012

Comprar, jogar fora, comprar: A história da obsolescência planejada (201...

A tempos que noto que o mundo é cada vez mais descartável. Não vejo problema nenhum nisso desde que TUDO seja reciclável.

A economia deveria se especializar em "reciclagem e produção". O "conserto" só seria necessário quando essas duas etapas não fossem evoluídas o suficiente em termos de custo (tempo, impacto ambiental, espaço, etc).



O vídeo faz com que pensamos que as empresas são do mal pois criam produtos para que não durem. Se tirarmos o impacto ambiental que isso causa vemos que não é bem assim.

Não há como garantir o dia de amanhã da empresa se pararem de comprar seu produto, pois ao mesmo tempo que ela vende lâmpadas, por exemplo, ela extermina a necessidade das pessoas de comprarem lâmpadas, pois chegará uma hora que ninguém ficará no escuro.

Então como garantir que a empresa continue gerando lucro e mantendo famílias? Criar aluguel do serviço da lâmpada? Cobrar bem caro por elas? O meio mais fácil e barato de se manter fabricando lâmpadas é fazer elas durarem 1000 horas. Assim expira-se a licença de uso da lâmpada de uma maneira que não se pode burlar e pode-se cobrar mais barato pela lâmpada.

Em tudo há dois lados da moeda. Pensando dessa maneira percebemos que as empresas não são tão más assim. Pra fechar o modelo, bastaria só reciclar os produtos jogados fora para a fabricação de novos e teríamos um sistema sustentável.

Se um produto não fica obsoleto, a empresa precisa se reinventar constantemente, pois ela já supriu a necessidade e eliminou a razão de sua existência. É mais cômodo para as empresas fazerem produtos que durem pouco do que elas se reinventarem de décadas em décadas.

E para o consumidor, o mais barato é o produto que atenda sua necessidade na medida e que custe menos. Comprando o mais barato sobrará mais dinheiro para comprar mais coisas. No final a economia nunca pára, nunca o homem estará livre de necessidades.
E para o meio ambiente, consequentemente para todos, o melhor é o reciclável.

10 de junho de 2011

Prepare-se: sua vida vai mudar

Gostei do texto, pois me fez pensar em coisas que eu não tinha pensado antes. Os tablets produzidos no Brasil vão mudar a sociedade que conhecemos. Estamos no início de uma nova era.

Prepare-se: sua vida vai mudar: "


Marque esta data: 2 de junho de 2011. É o dia da largada oficial para a produção em massa dos tablets em território nacional. Na quinta-feira, o governo publicou a portaria que estabelece as regras para o incentivo fiscal aos equipamentos portáteis sem teclado fabricados no Brasil e assim possibilitou às empresas ligarem as máquinas. Segundo cálculos dos técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a isenção pode representar uma queda de 40% no custo do produto. Mas o que isso significa efetivamente para o país? Muito.



A primeira constatação é que algo mudou na disposição do Estado. Dos rumores até a efetivação do projeto, foram meros três meses. Ou seja, o governo tem vontade política para solucionar a encruzilhada tecnológica do país. E essa situação não se trata de atraso, mas sim de momento.

Em uma conversa recente, Jack London, pioneiro da internet brasileira, explicou-me o quadro amplo: o mundo digital alterna ciclos. O foco primeiro esteve no hardware – nos anos 70 e 80, quando gigantes como IBM e Digital dominavam o mercado. Depois migrou para o software – período de ascensão da Microsoft e, posteriormente, do Google. E agora volta ao hardware novamente – hoje a Apple se consolida como marca mais poderosa do mercado.

A cada fim de ciclo dinossauros se extinguem. A fabricante de mainframes Digital, por exemplo, sumiu do mapa. A IBM se reinventou como companhia de serviços para superar a era glacial do hardware. No momento atual assistimos a consolidação da empresa de Steve Jobs no topo, enquanto a Microsoft tenta recuperar terreno perdido na área móvel.

Existe consenso em torno da ideia que a Apple criou, do nada, mercados inteiramente novos com os lançamentos do iPhone e do iPad. A chegada desses equipamentos fomentou uma indústria de aplicativos e um sem número de serviços, como revistas digitais, vídeos sob demanda e e-books multimídias.

O ponto central dessa revolução é o acesso a equipamentos topes a preços populares. Em resumo, a massificação de smartphones e tablets.

Dito tudo isso, voltemos aos tablets brasileiros. A equação “equipamento tope + preço popular = novo mercado” parece ter inspirado o esforço federal em trazer a Foxconn e a mudar as regras do jogo dos aparelhos móveis.

No campo das especulações, podemos concluir que o governo deve dar seguimento em breve a outras propostas de infraestrutura tecnológica como a massificação da banda larga e o projeto de cidades digitais, que prevê, entre vários pontos, áreas de acesso wireless gratuito.

Se todo esse cenário se consolidar teremos uma cena de negócios muito interessante sendo construída em um médio prazo. Algumas cidades poderão se tornar pequenos polos ou ilhas virtuais e concentrar um mercado local inteiramente conectado. Imagine a cena: na praça central o tradicional footing se transforma em uma multidão de jovens com tablets e smarts tuitando cantadas, gracejos, piadas, combinando festas, curtindo vídeos. E seus pais acompanhando os filhos por check ins no Foursquare ou pelo Google Latitude. E gente de todas as idades publicando conteúdo, lendo e-books ou revistas eletrônicas, fazendo compras, buscando de tudo na internet. O local e o global se misturam em uma nova realidade.

É o surgimento do terroir digital.

Nas grandes cidades, como São Paulo, porém, existe uma espécie de efeito videogame, que dificulta o acesso aberto. Como em um jogo eletrônico, os obstáculos à cultura móvel aparecem por todo o lado. A começar do próprio tamanho. O gigantismo das metrópoles restringe a disseminação de wireless público.

O sistema de transporte coletivo também se revela um dos entraves em relação ao uso dos tablets – quem se arriscaria e levar o iPad para passear no metrô lotado ou em ônibus com gente caindo pelas janelas? O medo de se expor pode tornar o tablet um acessório de viagem.

Se ao ar livre impera o efeito videogame, em locais fechados, como shoppings, escolas, universidades e condomínios, a cena muda. Esses espaços podem gerar suas próprias micro-comunidades. Em pouco tempo, o sistema educacional privado deve incorporar os tablets em sala de aula. E isso nem pode ser considerada uma previsão. Será, sim, a concretização de um sonho relativamente antigo de faculdades e colégios.

Com a massificação de tablets e smartphones, as oportunidades de negócios estarão, literalmente por todos os lados. E você, está preparado para a nova vida digital?
"

15 de novembro de 2009

TV x Internet não, é Internet on the TV!

Não sou Nostradamus hehe, mas hoje vou registrar uma previsão aqui. Algumas pessoas ainda tem dúvida se a TV irá ser substiuída pela internet. Com o avanço da tecnologia que permitiu o aumento da largura de banda na transmissão de dados, possibilitou a criação de portais pesados para até então, como o Youtube, que além de ser bom, ocorreu na época certa (recomendo a leitura de "Outliers" de Malcolm Gladwell).
Na internet já existem programas que você pode assistir todos os canais do mundo pela internet de forma gratuíta, como por exemplo, o Joost.
Mas o que me fez falar sobre isso aqui, é que hoie, cansado do computador, ligo a TV para assistir algo e três dos canais estavam passando os famosos "vídeos da internet". Um canal passando tragédias encontradas na internet, outro mágicas da internet, e outro vídeos engraçados da internet.

Cada vez restam menos dúvidas para o que já é inevitável. A internet vai substituir sim a televisão. O aparelho vai continuar existindo de forma adaptada, e muda o modo como as coisas serão transmitidas. As pessoas não vão perder seu emprego, pois vão continuar produzindo programas.

Sendo assim, apesar de a internet ter crescido como um monstro, ainda há muito espaço para crescer. Só nos resta tentar subir na crista dessa onda.

Tchau! hehe

30 de setembro de 2009

5 de setembro de 2009

Um mundo movido à energia solar

O desenho abaixo mostra a quantidade de área que seria necessária para o mundo funcionar apenas com energia solar. Carbono zero!


Bah!

8 de julho de 2009

Kct de Google!

Eu e vocês em breve seremos testemunhas de um fato histórico na informática. Google Chrome OS. Fechamos o ciclo, voltamos à era do mainframe!

Tô de cara! :O

e no bom português:

Até que enfim um OS que vai prestar!

30 de junho de 2009

A última de Michael Jackson





Saiu no G1. A única pessoa até agora que conseguiu parar o Google e o Twitter.

Com a morte do artista, os softwares dos dois gigantes acharam que era um ataque, devido a explosão de buscas sobre Michael Jackson. O mecanismo do Google, suspeitando do crescimento colossal das buscas, mostrou mensagens de erros ao usuários.

O crescimento é absurdo! Dêem uma olhada no gráfico do que mede a o interesse dos usuários através do número de buscas no Google.

Primeiro vamos calibrar. Jesus X futebol x celular:

Agora versus Barack Obama. É.. ta mudando.
Agora apelando, colocanso versus Sex:

Está muito fácil pro sex hehe. Mas vejam que a explosão de pesquisas pro rei do pop:
Agora da para ver por que caíram os serviços. Curiosidade, Michael Jackson e Barack Obama são dois "negão" hehe.

16 de junho de 2009

Opera Unite

Não é só o Google que tem boas idéias...
Vejam o que o time do Opera está fazendo. Você pode rodar serviços a partir da sua casa, de maneira muito fácil, sem conhecimentos avançados de informática.

É quase o mesmo que utilizar serviços de dns dinâmicos para você fazer seu pc um servidor, a diferença é que é mais fácil, e é para leigos!

Imaginem as possibilidades. A indústria fonográfica, se não mudar, estará perdida. Bem feito hehe

A web será feita por todos.
=]

3 de maio de 2009

China e economia mundial 2009

Fatos da economia mundial com uma visão de como está a China na atual crise mundial. Apesar de crescer absurdamente, ainda está longe de passar o PIB dos EUA.




Fonte: Revista Veja.