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1 de julho de 2013

Sobre as manifestações


Reportagem da CNN falando sobre o que está acontecendo no Brasil.

Tomara que a copa mude nosso país mesmo, mas não por causa dos elefantes brancos que vão ficar, e sim pelas pessoas que não vão aceitar mais serem enganadas.

A economia explica que quando o ser humano consegue uma coisa ou conquista algo, ele tende a ir atrás de outra, buscando o próximo passo, para sanar outra escassez. É por isso que eu não sou contra bolsa escola e etc, apesar de ser uma medida populista. No geral, acho que essas pessoas não vão sossegar, vão querer mais, e a educação da meios para isso. Por mais ruim que seja é melhor do que nada.
E assim como milhões atingiram a classe C, outros milhões estão dando um passo pra trás, e por isso tem toda essa revolta.

Hoje uma manifestação estava bloqueando a rua, tive que pular um canteiro e voltar pra ir em outro mercado. Fiquei bravo por um segundo, mas já lembrei que essas pessoas na rua estão certas e eu devia estar alí.


17 de março de 2011

Usina nuclear não vale a pena

É muito triste isso que ocorreu no Japão. Não vale a pena usinas nuclear. Qualquer acidente ninguém consegue nem chegar perto. Condena-se uma grande extensão de terra para sempre, num país tão pequeno em extensão. Os benefícios de uma usina nuclear não pagam o custo. O risco é muito alto.

Comparando com economia, na área que trata sobre risco e retorno de investimentos, diz que nunca se deve entrar onde o risco é muito alto, mesmo que o retorno seja alto também, pois a longo prazo o risco faz com que não valha a pena. Tudo que foi ganho um dia é perdido pra sempre. Para mim tem a mesma lógica de uma usina nuclear. Uma hora vai dar zebra, pois o ser humano falha e não tem controle da natureza, nem dos acidentes.

Em Chernobyl, todos os milhares de "voluntários" que trabalharam para conter a radiação morreram, e no Japão, infelizmente, não será diferente.

=/

referente a: G1 - Níveis de radiação seguem altos ao redor da usina nuclear de Fukushima - notícias em Tsunami no Pacífico (ver no Google Sidewiki)

11 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010, pelo Google

Se parar pra pensar, aconteceu um monte de coisas.



E como todos os anos, passou num instante.
Mas pra mim, só acaba no meu aniversário.
=]

3 de julho de 2010

Design é tudo- Arquitetura

Design é tudo. Tecnologia aplicada para tornar eficiente pequenos espaços. Note o que o rapaz fala: "A cama ocupa um espaço enorme, sendo que tu usa ela somente um pouco por dia..."
Só não gostei do sofazinho hehe



26 de junho de 2010

5 de setembro de 2009

Um mundo movido à energia solar

O desenho abaixo mostra a quantidade de área que seria necessária para o mundo funcionar apenas com energia solar. Carbono zero!


Bah!

17 de agosto de 2009

Cirurgia desvio de septo, já fiz =]


Cirurgia desvio de septo
Upload feito originalmente por Duduzerah
Meu amigo disse que fazia de graça hehe.
Depois de 24 anos, feito =]
Senti o cheiro do pão em cima da mesa, emocionante hehe. Nunca tinha sentido um cheiro de longe.
=]

5 de agosto de 2009

Orkut Professional Testers

Fui reportar um bug no projeto OpenSocial e com quem me deparo:

Um brasileiro que comprou um computador de 20 mil reais , e todos sabem que vírus só dá em computador barato. E ele achou um bug. Ele quer que o Orkut pare de bloquear os spams dele. Ele acha que isso acontece por que é um erro do software haha.
Oh Pai, rogai por nós.

8 de julho de 2009

Kct de Google!

Eu e vocês em breve seremos testemunhas de um fato histórico na informática. Google Chrome OS. Fechamos o ciclo, voltamos à era do mainframe!

Tô de cara! :O

e no bom português:

Até que enfim um OS que vai prestar!

30 de junho de 2009

A última de Michael Jackson





Saiu no G1. A única pessoa até agora que conseguiu parar o Google e o Twitter.

Com a morte do artista, os softwares dos dois gigantes acharam que era um ataque, devido a explosão de buscas sobre Michael Jackson. O mecanismo do Google, suspeitando do crescimento colossal das buscas, mostrou mensagens de erros ao usuários.

O crescimento é absurdo! Dêem uma olhada no gráfico do que mede a o interesse dos usuários através do número de buscas no Google.

Primeiro vamos calibrar. Jesus X futebol x celular:

Agora versus Barack Obama. É.. ta mudando.
Agora apelando, colocanso versus Sex:

Está muito fácil pro sex hehe. Mas vejam que a explosão de pesquisas pro rei do pop:
Agora da para ver por que caíram os serviços. Curiosidade, Michael Jackson e Barack Obama são dois "negão" hehe.

16 de junho de 2009

Opera Unite

Não é só o Google que tem boas idéias...
Vejam o que o time do Opera está fazendo. Você pode rodar serviços a partir da sua casa, de maneira muito fácil, sem conhecimentos avançados de informática.

É quase o mesmo que utilizar serviços de dns dinâmicos para você fazer seu pc um servidor, a diferença é que é mais fácil, e é para leigos!

Imaginem as possibilidades. A indústria fonográfica, se não mudar, estará perdida. Bem feito hehe

A web será feita por todos.
=]

3 de fevereiro de 2009

Quando tudo parecia estar perdido...

E quando tudo parecia estar perdido, eis que surge um homem... Josymar, o herói brasiliense.
Blumenau clama por um.


1 de dezembro de 2008

Google e e a enchente no Vale do Itajaí

Até o poderoso Google Inc. se envolveu na tragédia de 2008 no Vale do Itajaí. Em parceria com a prefeitura de Blumenau, fizeram um portal no Google Maps com links das regiões alagadas e dos pontos de resgate:

A casa caiu, literalmente

Flagrantes de deslizamentos de terra ocorridos na tragédia de 2008 em Blumenau:





Rodovia sendo destruída em Blumenau:




Reportagens dos jornais da globo:




Reportagens do fantástico:






Rotina nos abrigos:


Explicação do fenômeno:


Relato da experiência passada. Por Patrícia Poeta (só metade do vídeo):

29 de novembro de 2008

Vale do Itajaí, enchentes e o seu passado

Reportagem interessante de Ricardo Moreira de Mesquita para a Folha sobre os alagamentos na região do Vale:

No século 19, enchentes já faziam parte do cotidiano
Ricardo Moreira de Mesquita
ESPECIAL PARA A FOLHA 

AS ENCHENTES em Santa Catarina são históricas, mas precisam deixar de ser. Não existem méritos quando a ocupação humana desordenada favorece fenômenos naturais que ceifam vidas.
A morfologia geológica que favoreceu a colonização do Estado e a pluralidade étnica peculiar também facilitam a ocorrência de enchentes registradas por viajantes e exploradores. No século 19, nas falas e relatórios dos presidentes da Província de Santa Catarina, dirigidos à Assembléia Provincial e enviados à administração real, na cidade do Rio de Janeiro, observa-se que as enchentes já faziam parte do cotidiano.
Nesses documentos estão os registros das atividades de governo, em que relatam a situação das finanças públicas, obras provinciais, socorros à saúde e tranqüilidade pública.
Não foram poucos os que também deixaram sugestões para combatê-las. O presidente João Carlos Pardal, em 1838, informava da necessidade de mudança no traçado da estrada para Lages, onde o rio Braço do Norte, no sul do Estado, subia o seu leito e avançava 44 metros além das margens, a cada enchente. Em Porto Belo, já haviam mudado o trajeto da estrada, cansados de reconstruir as pontes em razão das cheias.
Fixar-se às margens dos rios é uma opção do homem desde remotos tempos, pela fertilidade das terras e garantia de alimentação, a luta pela sobrevivência. Em Santa Catarina, a colonização não foi diferente de outras sociedades de regadio -Egito, Mesopotâmia, Delta do Ganges e rio Amarelo. A serra Geral, com seus contrafortes, limita o planalto ocidental da planície litorânea, recortada em belas praias, promontórios e pelos rios que nela nascem e se fazem ao mar.
Muitos outros relatos sobre tempestades, inundações -o vocábulo preferido na época- estão registrados. Mas a enchente ocorrida em 1880 deixou marcas no Estado, talvez tanto quanto deixará a de 2008.
Entre os dias 27 e 28 de setembro de 1880, escreve o presidente da Província, João Rodrigues Chaves, "elevaram-se as águas do rio Itajaí e seus afluentes a um nível que excedeu todas as previsões e inundaram rapidamente e impetuosamente todo o grande vale [...], Blumenau, o núcleo colonial de Luiz Alves e o povoado de São Pedro do Gaspar, causando graves danos e muitas perdas de vidas. Estradas, pontes de grande valor, habitações, engenhos, todas as plantações, fundadas nestes férteis municípios e nos de Tijucas e Tubarão".
E o presidente continua: "Vou abrir a vossos olhos o quadro triste desta desgraça. Na Colônia de Itajaí pereceram nessa inundação três pessoas; em Blumenau, 11; em Luiz Alves, 25; em Tubarão, três, e, finalmente, em Tijucas, uma pessoa, em um total de 42 mortos". A solidariedade brasileira era bem-vinda. Chaves louva os atos de caridade e cita vários doadores, inclusive dom Pedro 2º, sua majestade imperial, e a imperatriz Thereza Christina.
Chegaram doações das províncias vizinhas do Paraná e Rio Grande do Sul. O povo é grandioso, solidário, mas não recebe soluções.
No século 20, as maiores cheias na região do Vale do Itajaí ocorreram em 1957, 1961, 1984 (a grande enchente que atingiu Blumenau) e a de 1987.
Em 24 de março de 1974, chuvas intensas de dois dias desceram a serra arrasando Tubarão, no sul de Santa Catarina.
O desmatamento, a ocupação desordenada das encostas, a omissão dos poderes públicos no controle demográfico de regiões de risco, associados à especulação imobiliária, lavouras e plantações desordenadas nos picos dos morros, agravam os eventos.
A comunicação instantânea pode transformar a enchente de 2008 em um triste e grandioso espetáculo que passará para a história como mais uma inundação. Ou será, a continuar a inércia da gestão pública, mais uma histórica enchente?

Ricardo é jornalista, escritor e historiador, sócio-efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina e membro da Academia Desterrense de Letras.

Blumenau e a tragédia de 2008

Engraçado como que as pessoas ficam diferentes quando acontece esse tipo de coisa. Percebem que todo mundo é igual. Só por caminhar na rua, vê que os cidadãos já se olham entre si de uma forma diferente. De alguma forma, o acontecimento causou impacto na vida de todos. Ficamos sem água, luz, mercados, transporte, comunicação, remédios... Uma semana depois, ainda é difícil se concentrar no trabalho. Ainda só se fala nisso nas ruas. Todo mundo quer saber o que o outro perdeu e tem uma história para contar.

As pessoas estão solidárias. Às vezes, parece que sumiu um pouco as diferenças sociais. Ficamos mais iguais.

Eu também não sabia também que a TV é tão atrasada. Somente uma semana depois para começar aparecer as notícias na televisão. Só a TV local é claro, que noticiou e ajudou a defesa civil 24 hs por dia.

Sempre sabíamos que tínhamos uma cidade limpa e bonita, mas só agora demos conta do que isso significa. Não tem jeito, ver tudo destruído dá muita tristesa.
E como continuar morando nos morros? Antes, o único perigo eram as baixadas que davam enchente, agora também aprendemos que os morros podem desabar. Esqueça o que tu aprendeste na escola, morros fechados de mata atlãntica vieram abaixo! A mata não segura a terra quando cai toda essa água! Vem árvores, barro e rocha. Tudo abaixo!

Sendo voluntário na vila germânica, vi gente de tudo que é tipo. Gente que desperdiça água, outros querem tanto ajudar que acabam atrapalhando, há os que ajudam muito, há aqueles que se escondem pra não ajudar ( realmente não sei por quê vão lá) e há também aqueles oportunistas, mas isso é minoria. Ah, e como já é previsto, quando aparece uma câmera e um repórter, de repente todo mundo que estava cansado fica novinho em folha hehe.

Mulheres separam roupas e fazem kits de cesta básica enquanto homens carregam e descarregam caminhões. Todo mundo trabalhando igual loucos sem ganhar nada, para satisfazer as necessidades básicas dos desabrigados. Somado com as mega operações nos bairros, helicópteros no céu, imprensa, máquinas e exércitos na ruas, toque de recolher(pra evitar roubos). Me lembrou muito uma economia de guerra. Claro, tirando as armas.

Essa enchente foi diferente das outras. O pior não foi os alagamentos, e sim os deslizamentos de terra. Eu estava na pós graduação quando caiu a bomba d'água, foi muito rápido, em meia hora estava tudo alagado. A chuva destriu as pontes, estradas, escolas, gasodutos, estações de tratamento de água, pessoas perderam terrenos, independente de sua classe social. Desde a Rua Herman Rusher com suas casas voluptuosas, quanto outras tantas com suas construções simples. Não vou chutar números do prejuízo nem dizer a contagem atual de mortos, pois ainda não acabou. Mas para ter uma idéia, só uma empresa de cerâmica que está parada, deixa de faturar por dia 1 milhão e trezentos mil reais, pois não tem gás já que rompeu o gasoduto Brasil x Bolívia. O mesmo gasoduto que leva gás pro resto do sul.

E olha só, estou escrevendo isso uma semana depois, e ainda não parou de chover. Só resta rogarmos.
Mais uma vez nos pegamos pequenos e insignificantes mediante a fúria da natureza.



Fotos da tragédia

7 de setembro de 2008

Pendurou a touquinha


Rebeca Gusmão, sorrindo feliz na foto, nos tempos de Rebequinha. Hoje, banida da natação. Puxaram a cordinha da descarga em sua vida profissional. Seus planos e sonhos foram por água abaixo. Eu era seu fã, mas não entendo como que só agora pegaram no antidoping.

Eu sempre achava que ela usava anabolizante, pois com treinamento não adquire essas características. Nem eu, dotado deste poderoso DNA que carrego, sou assim. Mesmo tomando todo dia cerveja preta com paçoca e ovo batido, e no café da manhã um prato macarrão e meio litro de nescau.(tô bricando!).

Já me disseram: "... hómi, ela é de nível internacional hómi. Compara com as nadadoras internacionais hómi que você vai ver que nem é tão grande". Comparei, quase todas eu pegaria... mas da Rebeca Gusmão eu tenho medo.

Agora saiu a notícia, realmente o crime não compensa. Perdeu até as medalinhas... O que ela vai fazer agora? Pobre Rebequinha. Tomara que tenha feito o seu pézinho de meia.


Nos tempos de Rebequinha, uma mocinha tímida, com frio, de farolzinhos acesos saindo da piscina. Já quando se tornou mulher, braços gigantes, beiçola e peitoral implorando por um silicone. Praticamente um Alexandre Frota castrado.

Esses atletas fazem qualquer coisa por uma medalha. Dizem que o Michael Phelps, o maior atleta de todos os esportes de todos os tempos de todas galáxias, vai operar seu problema, orelhas de abano, tudo por uns millisegundos. Vai também cortar o saco para papar as medalhes femininas nas próximas olimpídas em Londres, e assim bater mais um recorde, que pra variar, era seu.