Li o livro Startup Enxuta do Eric Ries. Muito bom, devia ter lido a um certo tempo.
O conselho principal do livro é: Não gaste tanto tempo num produto que você não sabe se alguém vai usar. Se tu resolves um problema, haverá os early adopters para usar (mesmo reclamando).
Deve se medir constantemente e conhecer os usuários.
Também fala sobre automatizar o empacotamento do produto e de releases rápidas como na metodologia ágil e iterativas.
Outro fator importante é a contabilidade do produto. Deve medir tudo! Quantas pessoas clicaram em um botão, quantas desistiram do pagamento, etc. Tudo pode ser tirado relatório mensal. Porém é importante separar os números da vaidade. Isso quer dizer, você pode ganhar 5 milhões, mas gastou 8 milhões em propaganda, esse tipo de crescimento ele chama de vaidade.
Também fala sobre o mundo dos mortos vivos, onde as empresa dão pouco lucro, sugam muita energia e não estouram de vez.
Basicamente um bom livro, sempre deve haver espaço pra ele no escritório (ou garagem)
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24 de novembro de 2012
10 de junho de 2011
Prepare-se: sua vida vai mudar
Gostei do texto, pois me fez pensar em coisas que eu não tinha pensado antes. Os tablets produzidos no Brasil vão mudar a sociedade que conhecemos. Estamos no início de uma nova era.
Marque esta data: 2 de junho de 2011. É o dia da largada oficial para a produção em massa dos tablets em território nacional. Na quinta-feira, o governo publicou a portaria que estabelece as regras para o incentivo fiscal aos equipamentos portáteis sem teclado fabricados no Brasil e assim possibilitou às empresas ligarem as máquinas. Segundo cálculos dos técnicos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a isenção pode representar uma queda de 40% no custo do produto. Mas o que isso significa efetivamente para o país? Muito.
A primeira constatação é que algo mudou na disposição do Estado. Dos rumores até a efetivação do projeto, foram meros três meses. Ou seja, o governo tem vontade política para solucionar a encruzilhada tecnológica do país. E essa situação não se trata de atraso, mas sim de momento.
Em uma conversa recente, Jack London, pioneiro da internet brasileira, explicou-me o quadro amplo: o mundo digital alterna ciclos. O foco primeiro esteve no hardware – nos anos 70 e 80, quando gigantes como IBM e Digital dominavam o mercado. Depois migrou para o software – período de ascensão da Microsoft e, posteriormente, do Google. E agora volta ao hardware novamente – hoje a Apple se consolida como marca mais poderosa do mercado.
A cada fim de ciclo dinossauros se extinguem. A fabricante de mainframes Digital, por exemplo, sumiu do mapa. A IBM se reinventou como companhia de serviços para superar a era glacial do hardware. No momento atual assistimos a consolidação da empresa de Steve Jobs no topo, enquanto a Microsoft tenta recuperar terreno perdido na área móvel.
Existe consenso em torno da ideia que a Apple criou, do nada, mercados inteiramente novos com os lançamentos do iPhone e do iPad. A chegada desses equipamentos fomentou uma indústria de aplicativos e um sem número de serviços, como revistas digitais, vídeos sob demanda e e-books multimídias.
O ponto central dessa revolução é o acesso a equipamentos topes a preços populares. Em resumo, a massificação de smartphones e tablets.
Dito tudo isso, voltemos aos tablets brasileiros. A equação “equipamento tope + preço popular = novo mercado” parece ter inspirado o esforço federal em trazer a Foxconn e a mudar as regras do jogo dos aparelhos móveis.
No campo das especulações, podemos concluir que o governo deve dar seguimento em breve a outras propostas de infraestrutura tecnológica como a massificação da banda larga e o projeto de cidades digitais, que prevê, entre vários pontos, áreas de acesso wireless gratuito.
Se todo esse cenário se consolidar teremos uma cena de negócios muito interessante sendo construída em um médio prazo. Algumas cidades poderão se tornar pequenos polos ou ilhas virtuais e concentrar um mercado local inteiramente conectado. Imagine a cena: na praça central o tradicional footing se transforma em uma multidão de jovens com tablets e smarts tuitando cantadas, gracejos, piadas, combinando festas, curtindo vídeos. E seus pais acompanhando os filhos por check ins no Foursquare ou pelo Google Latitude. E gente de todas as idades publicando conteúdo, lendo e-books ou revistas eletrônicas, fazendo compras, buscando de tudo na internet. O local e o global se misturam em uma nova realidade.
É o surgimento do terroir digital.
Nas grandes cidades, como São Paulo, porém, existe uma espécie de efeito videogame, que dificulta o acesso aberto. Como em um jogo eletrônico, os obstáculos à cultura móvel aparecem por todo o lado. A começar do próprio tamanho. O gigantismo das metrópoles restringe a disseminação de wireless público.
O sistema de transporte coletivo também se revela um dos entraves em relação ao uso dos tablets – quem se arriscaria e levar o iPad para passear no metrô lotado ou em ônibus com gente caindo pelas janelas? O medo de se expor pode tornar o tablet um acessório de viagem.
Se ao ar livre impera o efeito videogame, em locais fechados, como shoppings, escolas, universidades e condomínios, a cena muda. Esses espaços podem gerar suas próprias micro-comunidades. Em pouco tempo, o sistema educacional privado deve incorporar os tablets em sala de aula. E isso nem pode ser considerada uma previsão. Será, sim, a concretização de um sonho relativamente antigo de faculdades e colégios.
Com a massificação de tablets e smartphones, as oportunidades de negócios estarão, literalmente por todos os lados. E você, está preparado para a nova vida digital?
"
1 de maio de 2011
Lições de vida
Errar é importante para aprender. Não é feio errar, o feio é cometer o mesmo erro duas vezes. Abaixo um texto curto sobre os fracassos do mega empresário Eike Batista:
Com uma trajetória de 30 anos de empreendedorismo marcada pela geração de riqueza, é natural que muitas vezes as pessoas queiram saber se tive insucessos. Respondo, com clareza e transparência, tive! Alguns desses negócios aconteceram e serviram, antes de mais nada, como aprendizado e uma tremenda injeção de ânimo.Tive uma empresa de jipes que não deu certo. Se tivesse feito escolhas mais acertadas em relação à motorização, meus jipes estariam aí até hoje. Outro negócio que não foi adiante pretendia ser uma ponta da internet no mundo real, seguindo o modelo da Amazon, site americano de compras pela rede. Graças a essas experiências aprimorei minha Visão 360, modo de empreender que prevê os aspectos fundamentais a serem levados em conta na execução de um projeto. Atestei a importância de completar de fato todo o "rosário" de engenharias, sem esquecer nenhum conceito fundamental para o sucesso de um empreendimento.Além disso, um negócio que não dá certo nos ensina a fechar a empresa da maneira correta, o que é importantíssimo para manter o crédito com bancos e financiadores.É importante aprender na vida com experiências boas e ruins. E, principalmente, aprender para evoluir e prosperar.
Fonte: Lições de vida de Eike Batista
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