8 de setembro de 2006

Queremos um Chê Guevara no Brasil!!!


Sabemos que corrupção não existe só no Brasil, existe nos países de primeiro mundo e também com os brasileiros. Você é um corrupto se tenta subornar o guarda, ou se compra algo de fornecimento duvidoso ou sem nota fiscal. O problema é que corrupção gera corrupção. Já que o governo nos força pagar taxa de juros até do dinheiro virtual que circula nos bancos, criando impostos temporários que duram mais que nossas vidas como a CPMF, por que ajudar esse mesmo governo a encher seus cofres com 40% do suor do nosso trabalho?

Até no mundo de Star Wars existe corrupção, e levou Darth Vader ao poder foi um golpe de estado. E lendo a história de Ramssés II, vi que no antigo egito também existia corrupção, mas não pelo faraó, e sim pelos ministros. Mas mais do que isso existia o amor do faraó por seu império, do qual estava pronto até para morrer em luta caso fosse necessário. E quem fosse pego praticando corrupção pagava com a vida depois de passar pelo tribunal. Hoje os políticos gastam fortunas na campanha e com comícios e sorrisos amarelos chegam ao poder para sugar o máximo que conseguirem em quatro anos. Daí os trabalhadores esquecem que os que estão no poder na verdade são seus empregados! E a campanha era a entrevista para o emprego! E esses nossos empregados ainda nos roubam, é, os milhões desviados por sangue-sugas e mensalões são o montante dos impostos que pagamos no risoles que comemos de manhã à caminho do trabalho.

Nos discursos falam de pulmões cheios sobre educação e um futuro promissor para o Brasil, como se em 4 anos fossem capaz de corrigir todo o erro cometido na história, como a falta de planejamento e investimento na educação. Não investimos em educação no passado e hoje somos obrigados a investir em presídios. Daí pra resolverem de imediato o problema cria-se bolsa gás, bolsa escola, bolsa família, bolsa vagabundo e por aí vaí. O governo pensa como César, 'dê circo e pão ao povo...".

O Brasil é o celeiro do mundo e grande parte da população passa fome. Mandamos laranjas a preço de banana para outros países, para nos encontrarmos com seu suco industrializado nos mercados.

Somos o país do futebol só por que jogar bola não é uma coisa que se aprende na escola. E as vezes parece que o futebol é o único esporte do mundo. Que é o mais popular devemos concordar, por que com uma bola de meia e duas havaianas já basta para ter um jogo e gazear a escola. E com a globo ajudando ainda a aumentar o mercado futebolístico. Esse cidadão Kane passa para as crianças a histórias dos jogadores, que faltavam o colégio pra jogar bola, e hoje possuem carrões, e sucesso, e ainda exibem suas loiras em festas vip que estampam a capa da Caras. São nada mais que casos isolados, que ja bastam pra piorar ainda a educação do povinho das escolas, pois a profissão legal é ser jogador de futebol. Ser um professor, médico dá muito trabalho, tem que estudar e acordar cedo.

Temos o melhor exército em mata fechada. Como se a mata fechado impedisse o fogo de uma bomba Napalm lançada por um russo. E por falar em guerra, nunca tivemos a coragem de travar uma, a não ser aquela contra o paraguay, que graças ao Brasil eliminou a possibilidade de eles serem o que os Estados Unidos são hoje. Tomaram o lugar da antiga Inglaterra. Quem fez história no ensino médio pelo menos deve lembrar dessa parte. E pra nos dar mais vergonha ainda agora a Bolívia simplesmente rasga um contrato com a petrobrás e toma tudo o que foi construído por Brasileiros e os nossos políticos com sua preocupação com o brasil defendem a atitude. Vejam só , eles amam mais a Bolívia do que o Brasil. Era só o que faltava.

Solução? Só vejo duas. Ou revoltamos todos e criamos uma nova forma de governo, ou acostumamos, esquecemos e fingimos que não estamos vendo, pois assim vai continuar pra sempre. Mas quem sabe até lá surja um Neo Chê Guevara, e quem sabe meu amigo, ele seja você. E por que não?

1 de setembro de 2006

Cinderella Man

Russell Crowe (Gladiador) na pele James Jimmy Braddock. O cara que nunca baixou sua guarda. O filme retrata a vida do pugilista amador de grande sucesso da época instável de 1920. Teve uma boa carreira inicial, mas devido algumas lesões como na luta em que quebrou sua mão em 3 pedaços, foi sendo aos poucos levado ao fracasso. Na época da grande depressão econômica, sua famíla passou fome e foi obrigado pedir ajuda do governo.

Trabalhou nos portos mesmo com sua mão machucada, e após ser escolhido como substituto em uma luta, da qual intitulou de "a segunda grande chance" voltou a treinar e ganhar, até conseguir ser campeão novamente.

No filme não conta, mas ele ainda serviu seu país na Segunda Guerra Mundial. Braddock é sem dúvida um lutador e um exemplo.

O filme é um show de fotografia, você simplesmente pula do sofá. Eu não conhecia a história de Braddock e isso tornava as lutas pra mim imprevisíveis.


Nota: 9,5








23 de agosto de 2006

Ramsés, O templo de milhões de anos


Após o descanço eterno do grande Sethi, Ramsés assume sua posicão inicia suas obras faraônicas, e elimina um a um os soberbos nobres que mantinham uma certa corrupção no Império Egípcio.

No segundo livro da série, continua a rede de conspiração traçada pelos inimigos mais invejosos e traiçoeiros. Sob a dúvida entre permanecer esperando a vingança e continuar trabalhando pela grandeza do Egito despreocupadamente, Ramsés opta pela segunda.

Sob tentativas inúteis de vingança Chenar e sua rede de conspirações, Ramsés se mostra mais forte, fazendo verdadeiros milagres e sendo o prenúncio do maior faraó de todos os tempos.

Ao lado de sua esposa Nefertari e seus fiéis aliados, Serramana, Matador, Seatou, Moisés e demais amigos, Ramsés cria uma cidade e o tempo de milhões de anos para fortalecer o kha e livrar o faraó dos demônios.

Planeja e executa a imponência de seu monumento, o Ramsessum, o Templo de milhões de anos, que até hoje resiste contra o tempo. Ao mesmo tempo que sua natureza o informa que nascerá uma obra ainda maior na região da Núbia. Mas antes disso, o Egito precisa ser defendido contra o mal, do qual não há negociação. O povo hitita.

Um romance que não foge à realidade, todos os fatos do livro são realidade, com pequenas exceções, como Ramśes se encontrar com o poeta greto Homero. Mas fatos sobre o faraó ter nomeado piratas já dominados à ocupar cargos em seu exército, e Moisés, após ter sido tomado por sua cólera ter matado um egípcio, enterrado e então fujido, e também sobre os vários que tentavam tirar Ramsés do poder, tudo incrível realidade sobre a história do Egito antigo contada em forma de romance.


Um homem muda, em função do objetivo que deseja alcançar; o meu é a grandeza do meu país, e nunca mudará!
Egito, Ramsés II, 1237 a.c

11 de agosto de 2006

Ramsés, o filho da luz - Ramesses, the soon of light


O primeiro dos cinco livros de Christina Jacq sobre a vida do maior faraó egípcio de todos os tempos.Um romance que trata da história de Ramsses II (ou Ramesses) the great. Ramssés, que pela tradição egípcia não deveria chegar ao trono por causa que seu irmão Chenar era o primo-gênito, e pela lógica, o sucessor do faraó. Porém, Sethi o grande faraó egípcio e pai de ambos, aos poucos prepara Ramssés para assumir sua posição. Devido a ganância e o desejo do poder, seu irmão Chenar prepara diversas ciladas em busca de se tornar faraó, utilizando de técnicas de política e criando inimigos dentro de seu palácio.

Um romance caprichado que nos faz voltar ao tempo do antigo egípcio e entender como funcionava aquele árido império. O mais avançado, culto, invejado, rico e poderoso de sua época.

Nota 9,0

2 de agosto de 2006

Shakespeare

" O amor não se acaba porém ao final das eras se dilata, se o que escrevo está errado e meu erro fosse provado eu jamais teria escrito e alguém jamais teria amado."
Willian Shakespeare


A marcha dos pinguins (Marche de l'empereur, La - 2005)



Mais que um documentário francês do National Geographic em parceria com a Warner Bros, a marcha dos pinguíns é uma história de amor.
Na região mais inabitável do planeta, com temperaturas abaixo dos -50º Celsius, ninguém sabe o motivo de que todos os animais daquela região hinóspita tenham ido embora, com exceção dos pinguins, mais precisamente, o pinguim imperador.

Há muitos séculos, esses incríveis animais, durante o inverno migram para a mesma região, onde seus filhotes estarão seguros dos buracos traiçoeiros do mar congelado, e de predadores que preferem as regiões mais "habitáveis". Pinguins de toda a Antarctica, se reunem no mesmo local para acharem uma parceira e procriarem, numa história de um amor fiel que dura apenas alguns meses. O maior predador deles é a própria natureza, com o frio implacável da região mais difícil do nosso planeta para a vida existir. E existe.

Uma brilhante narração, nos mostra que os pinguins são mais humanos que nós mesmos. A vida de cada pinguinzinho é uma batalha contra a natureza, onde só com muito amor pode-se vencer. Não é a toa que é o segundo documentário mais visto no mundo. Emocionante.

Nota 9,0







1 de agosto de 2006

O Violino Vermelho - The Red VIolin (1998)


O maior protagonista do filme é ao mesmo tempo a mais perfeita máquina acústica já produzida por um humano, incorporado no último violino produzido por Nicolo Bussotti, do qual pintou com verniz misturado com sangue de sua esposa que morreu em trabalho de parto. O último violino de Nicolo Bussotti, le violon rouge.

A história do violino se passa com uma cartomante que vai desvendando o futuro de Anna Bussotti(mulher de Nicolo), ou do sangue dela, mostrando os diversos artistas que ficaram apaixonado pelo instrumento, que após 300 anos é, digamos que, "arrematado" por Samuel El Jackson, que interpreta Charles Morritz, um especialista em restauração de violinos e instrumentos antigos.

Uma pena ser uma história fictícia. O maestro que pagou os milhões no leilão é a encarnação perfeita do dito popular "O que os olhos não vêem o coração não sente" heheheh.
Nota 8,0